É fácil ser amigo quando tudo está bem, quando não há conflitos, dúvidas ou confusões. É fácil ser amigo de final de semana, amigo de noite, de sorrisos e bebidas... Difícil é ser amigo quando é necessário ser, amigo do dia à dia, do mal humor, da TPM, da falta de dinheiro, das lágrimas...
As relações se provam nos momentos difíceis, no qual a palavra confiança se enche de significado. A confiança só existe porque há situações em que não se tem como provar o que se diz, então a gente simplesmente confia.
O que pode ser provado não necessita de confiança!
Nos últimos tempos aprendi que só se conhece alguém em ocasiões complicadas, obscuras, de dúvidas, confusões ou de pressão, pois essas ocasiões exigem uma postura das pessoas, exigem atitude e é nos atos que as pessoas mostram quem são e não nas doces palavras embriagadas.
Também percebi que todo mundo cobra verdade e sinceridade mas nem todo mundo está preparado para ouvi-las, principalmente quem não é verdadeiro e nem sincero consigo mesmo.
Mas também descobri que existem pessoas que conhecem o valor da verdadeira amizade e que quanto mais se confia, mais queremos ser dignos da confiança do outro e assim a relação se enobrece e, consequentemente, nós também.
Estabelecer amizades sinceras é o melhor que podemos fazer a nós mesmos!
Amores!?! Ah, esses vem e vão, mas amigos, sempre guarde uns poucos e bons, são a família que nos foi permitido escolher!
Seja digno da escolha de alguém!
! Talvez não importe quem sou, mas quem NÃO sou, isso sim é importante !
Por favor, já que você está aqui, alimente o peixe no fim da página...Obrigada!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Retirada
Meu mundo está líquido.
Sem forma meus sentimentos escapam entre meus dedos e eu escorro pelo chão.
Em busca da solidificação me derramo em pensamentos mais frios. Espero endurecer pela razão.
Me pego derretendo com minhas boas lembranças e me pergunto por que é tão difícil eu me esquentar com os fatos negativos e simplesmente deixar que tudo se evapore.
Estou me retirando.
Vou me guardar em um recipiente espelhado e pequeno. Não quero mais perder nenhum pedaço meu pelos ralos das contradições.
O bom de se estar líquido é que se pode mudar de forma sem atrito.
Vou escolher uma boa fôrma e com um pouco de fogo vou ganhar A forma.
"...Se voltar desejos ou se eles foram mesmo, lembre da nossa música..."
!Não quero peixes nadando em minhas águas!
Sem forma meus sentimentos escapam entre meus dedos e eu escorro pelo chão.
Em busca da solidificação me derramo em pensamentos mais frios. Espero endurecer pela razão.
Me pego derretendo com minhas boas lembranças e me pergunto por que é tão difícil eu me esquentar com os fatos negativos e simplesmente deixar que tudo se evapore.
Estou me retirando.
Vou me guardar em um recipiente espelhado e pequeno. Não quero mais perder nenhum pedaço meu pelos ralos das contradições.
O bom de se estar líquido é que se pode mudar de forma sem atrito.
Vou escolher uma boa fôrma e com um pouco de fogo vou ganhar A forma.
"...Se voltar desejos ou se eles foram mesmo, lembre da nossa música..."
!Não quero peixes nadando em minhas águas!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Sobre os poetas:
"...todos turvam as suas águas para parecerem profundas."
!Eu não sou poeta e saúdo a alegria de se estar sério!
!Eu não sou poeta e saúdo a alegria de se estar sério!
Efeito estrela de Davi
O que você não faria mais se só existisse você no planeta?
Dias sem lembranças
Rostos sem nome
É engraçado como a realidade se disforma quando se olha através do espelho.
Renunciar à respeitabilidade tavez seja uma forma de adquirir uma função social. Todos os criadores do passado tiveram que renunciar à ela.
Mas nada disso importaria se só existisse eu ou se eu não existisse...
Cabelos soltos;
Mais um grau nos olhos;
Algumas rugas;
e daí?
O que o espelho não pode me mostrar?
Ou o que será que eu não consigo ver?
No dia que o espelho refletir e o ego se quebrar eu tenho medo do que vai me restar...
Quando o nunca mais vira sempre, onde os sonhos se perdem e a máscara das ilusões cai, finalmente se descobre que temperamento não é destino e que estamos economizando vida como se pudéssemos gastá-la em algum tempo escasso.
Escrevo e mesmo assim tenho a impressão de estar comprando uma realidade rotulada. Me desfoco para contextualizar...
A memória tinha que ser sentida, tinha que trazer as sensações das minhas decisões e não descrever as coisas em verbos. As vezes se é eloqüente o suficiente para convence-la do contrário.
Mais uma tarde cinzenta e a falta do sol me faz querer fazer as malas e simplesmente sair.
Sair do espelho.
!"Esteja no mundo e ao mesmo tempo não pertença a ele"!
Dias sem lembranças
Rostos sem nome
É engraçado como a realidade se disforma quando se olha através do espelho.
Renunciar à respeitabilidade tavez seja uma forma de adquirir uma função social. Todos os criadores do passado tiveram que renunciar à ela.
Mas nada disso importaria se só existisse eu ou se eu não existisse...
Cabelos soltos;
Mais um grau nos olhos;
Algumas rugas;
e daí?
O que o espelho não pode me mostrar?
Ou o que será que eu não consigo ver?
No dia que o espelho refletir e o ego se quebrar eu tenho medo do que vai me restar...
Quando o nunca mais vira sempre, onde os sonhos se perdem e a máscara das ilusões cai, finalmente se descobre que temperamento não é destino e que estamos economizando vida como se pudéssemos gastá-la em algum tempo escasso.
Escrevo e mesmo assim tenho a impressão de estar comprando uma realidade rotulada. Me desfoco para contextualizar...
A memória tinha que ser sentida, tinha que trazer as sensações das minhas decisões e não descrever as coisas em verbos. As vezes se é eloqüente o suficiente para convence-la do contrário.
Mais uma tarde cinzenta e a falta do sol me faz querer fazer as malas e simplesmente sair.
Sair do espelho.
!"Esteja no mundo e ao mesmo tempo não pertença a ele"!
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Vanilla Sky
Quantos céus são perdidos em cada escolha?
E quantas estrelas se vão junto com cada céu perdido?
Nem doce, nem amargo...
O gosto do medo é a anestesia da língua.
A coragem é a adrenalina do sangue.
O hoje determinando o sabor do amanhã...
Baunilha em Monet é uma questão de qualidade no olhar.
Se o observador muda o objeto, o que ei de escolher observar?
Sonho e pesadelo
Paraíso e inferno
Se tratando de estados psicológicos, basta saber onde sua mente pretende te levar...
...o pior das ilusões é que o suor sempre é verdadeiro e a respiração pode te faltar.
Atenção no andar pois há pontos em que não se tem como voltar.
!"Só existe uma realidade, um único céu."!
E quantas estrelas se vão junto com cada céu perdido?
Nem doce, nem amargo...
O gosto do medo é a anestesia da língua.
A coragem é a adrenalina do sangue.
O hoje determinando o sabor do amanhã...
Baunilha em Monet é uma questão de qualidade no olhar.
Se o observador muda o objeto, o que ei de escolher observar?
Sonho e pesadelo
Paraíso e inferno
Se tratando de estados psicológicos, basta saber onde sua mente pretende te levar...
...o pior das ilusões é que o suor sempre é verdadeiro e a respiração pode te faltar.
Atenção no andar pois há pontos em que não se tem como voltar.
!"Só existe uma realidade, um único céu."!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Na terceira margem
Quero saber de segredos;
Quero ouvir falar do invisível;
Quero sentir o inarticulável;
Quero ser apresentada ao real;
Quero um mapa, uma bússola e pernas fortes;
Quero respostas que criem o dobro de perguntas;
Quero sempre poder duvidar e mesmo assim confiar;
Quero sentir cheiro de terra, de chuva, de mar...
Quero ver as estrelas de vários pontos da Terra;
Quero conhecer cada céu para ter certeza que é o mesmo;
Quero Alice em todas as línguas e responder àquela pergunta da Salamandra...
Quero me maravilhar e não ter como contar;
Quero saber dos meus medos e pular de lugares cada vez mais altos;
Quero tomar chá às seis;
Quero provocar pôr-do-sol;
Quero 24 horas de noite;
Quero aprender a ser sozinha para ter o que compartilhar;
Quero livros em beira de rios;
Quero dar ouvidos ao vento;
Quero saber do poder das pedras, plantas e dos animais;
Quero poder dançar em qualquer idade;
Quero colecionar notas musicais;
Quero que o silêncio não seja a exceção;
Quero provar que juventude é um estado de espírito;
Quero provar que maturidade não tem nada a ver com aniversários;
Quero viver no meu tempo;
Quero amém depois de orações;
Quero agir em cerimonia;
Quero rituais;
Quero não nascer nunca mais;
Quero horizontes;
Quero sentar em rochas;
Quero sentir a força das ondas;
Quero sentir todos os mares em uma gota de chuva;
Quero não saber nada para sempre ter o que buscar;
Quero um dia encontrar...
Quero meditar;
Quero perder a mente;
Quero viver nos intervalos;
Quero sorrir mesmo quando a ponta do meu nariz sumir.
Quero ser livre para chorar;
Quero aprender a viver para na hora certa saber morrer.
"A própria vida leva você para o que está além dela."
!RESPIRE!
Quero ouvir falar do invisível;
Quero sentir o inarticulável;
Quero ser apresentada ao real;
Quero um mapa, uma bússola e pernas fortes;
Quero respostas que criem o dobro de perguntas;
Quero sempre poder duvidar e mesmo assim confiar;
Quero sentir cheiro de terra, de chuva, de mar...
Quero ver as estrelas de vários pontos da Terra;
Quero conhecer cada céu para ter certeza que é o mesmo;
Quero Alice em todas as línguas e responder àquela pergunta da Salamandra...
Quero me maravilhar e não ter como contar;
Quero saber dos meus medos e pular de lugares cada vez mais altos;
Quero tomar chá às seis;
Quero provocar pôr-do-sol;
Quero 24 horas de noite;
Quero aprender a ser sozinha para ter o que compartilhar;
Quero livros em beira de rios;
Quero dar ouvidos ao vento;
Quero saber do poder das pedras, plantas e dos animais;
Quero poder dançar em qualquer idade;
Quero colecionar notas musicais;
Quero que o silêncio não seja a exceção;
Quero provar que juventude é um estado de espírito;
Quero provar que maturidade não tem nada a ver com aniversários;
Quero viver no meu tempo;
Quero amém depois de orações;
Quero agir em cerimonia;
Quero rituais;
Quero não nascer nunca mais;
Quero horizontes;
Quero sentar em rochas;
Quero sentir a força das ondas;
Quero sentir todos os mares em uma gota de chuva;
Quero não saber nada para sempre ter o que buscar;
Quero um dia encontrar...
Quero meditar;
Quero perder a mente;
Quero viver nos intervalos;
Quero sorrir mesmo quando a ponta do meu nariz sumir.
Quero ser livre para chorar;
Quero aprender a viver para na hora certa saber morrer.
"A própria vida leva você para o que está além dela."
!RESPIRE!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
!C!
Um fio de tinta
Uma unha pintada
Uma idéia furada
Se resume em desiderata.
As vezes adiantada
Por muito entediada
Não queira ver irritada
Em um descompasso ensaiado, musicalizada.
Toda argumentada
Alguns chamam de articulada
De saco cheio dessa história de mesada.
Formalmente etiquetada
Criada para ser moça educada
Saiu meio desnaturada
Provavelmente não vai ser testamentada.
Por tantas bem escolada
Por 3 vezes exilada
Pra não dizer das mudanças de morada.
Um tanto ousada
Adora uma nadada
Deixando de ser fragmentada.
Só bebe água
Evita qualquer coisa salgada
Adora fruta desidratada
E não dispensa uma peixada.
Está sempre concentrada
As vezes se sente um pouco espalhada
Levemente adocicada
Mas com fortes tendências a dar porradas.
Nem sempre bem humorada
Seu sorriso te faz encantada
Por alguns mitificada
E mesmo sem música, ritmada.
Não é nada avoada
Apesar de ser alada
Não tem menor propensão a ser viciada
E adora por o pé na estrada.
Dela não se sabe quase nada
Busca ser integrada
E tudo se resume em estar equilibrada.
Uma unha pintada
Uma idéia furada
Se resume em desiderata.
As vezes adiantada
Por muito entediada
Não queira ver irritada
Em um descompasso ensaiado, musicalizada.
Toda argumentada
Alguns chamam de articulada
De saco cheio dessa história de mesada.
Formalmente etiquetada
Criada para ser moça educada
Saiu meio desnaturada
Provavelmente não vai ser testamentada.
Por tantas bem escolada
Por 3 vezes exilada
Pra não dizer das mudanças de morada.
Um tanto ousada
Adora uma nadada
Deixando de ser fragmentada.
Só bebe água
Evita qualquer coisa salgada
Adora fruta desidratada
E não dispensa uma peixada.
Está sempre concentrada
As vezes se sente um pouco espalhada
Levemente adocicada
Mas com fortes tendências a dar porradas.
Nem sempre bem humorada
Seu sorriso te faz encantada
Por alguns mitificada
E mesmo sem música, ritmada.
Não é nada avoada
Apesar de ser alada
Não tem menor propensão a ser viciada
E adora por o pé na estrada.
Dela não se sabe quase nada
Busca ser integrada
E tudo se resume em estar equilibrada.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Não faça do hábito um estilo de vida...
Algumas coisas na vida têm seu valor esquecido.
Tudo se mistura à rotina e a gente se acostuma, fica anestesiado.
Falamos demais em verdades, sinceridade, amizade...
Gastando as palavras nós raleamos os sentimentos que elas nos despertam, que elas representam, e tudo vai perdendo a intensidade.
Falar não é sentir.
Falar não é ser.
Nem sempre o que está sendo dito foi sentido ou faz sentido.
O que se diz nem sempre corresponde ao que é.
O céu não vai deixar de ser azul porque resolveram dizer que ele é verde.
Palavras são só palavras. Mas elas também são sintomáticas e a cada combinação se desperta um estado e por isso, com as palavras, há de se ter cuidado.
As palavras aceitam qualquer colocação, podem ser postas em qualquer posição, falseando a intenção. É por isso que falar exige qualidade já que as palavras aceitam ser qualquer bobagem e isso quando não são sacanagem.
Aprender que a verdade não pode ser relativa é uma questão de sobrevivência e quando entende-se isso, as palavras atingem seu destino por excelência.
Quando se conhece o valor da verdade e não se age com ela, ela atua como um veneno, fica tudo falso e superficial e em doses homeopáticas o encanto de se viver vai morrendo. É uma morte inconsciente, só se percebe quando tudo já perdeu a cor. Como tudo está em branco e preto já não se consegue mais distinguir um lago de um charco e mesmo quem sabe nadar pode se afogar ou com as lágrimas se engasgar.
Aos poucos a gente vai sendo cada vez mais tolerante, começamos a ficar insensíveis às demonstrações de falta de caráter alheias e tudo se torna normal para não dizer banal.
Com algumas coisas não se pode abrir concessão, a sua honra não está em consignação.
Nós nos acostumamos com as nossas próprias misérias assim como nossos olhos se habituam à escuridão.
Mas quando a luz vem, os olhos doem como forma de lembrar o poder que ela tem.
Com a verdade também é assim. Ela aparece para iluminar as situações e a gente começa a ver que nem tudo são flores ou se são, passamos a ver seus espinhos. Aí nos lembramos dos nossos antigos valores...
Com o perdão da palavra:
Pra puta que pariu quem mentiu, quem não tem coragem de dizer a verdade. Pra quem se enrosca em tanta falsidade e há muito tempo não sabe o que é sentir algo de verdade!
!Cuide do sentido e os sons das palavras cuidarão de si mesmos."_diz a Duquesa à Alice !
Tudo se mistura à rotina e a gente se acostuma, fica anestesiado.
Falamos demais em verdades, sinceridade, amizade...
Gastando as palavras nós raleamos os sentimentos que elas nos despertam, que elas representam, e tudo vai perdendo a intensidade.
Falar não é sentir.
Falar não é ser.
Nem sempre o que está sendo dito foi sentido ou faz sentido.
O que se diz nem sempre corresponde ao que é.
O céu não vai deixar de ser azul porque resolveram dizer que ele é verde.
Palavras são só palavras. Mas elas também são sintomáticas e a cada combinação se desperta um estado e por isso, com as palavras, há de se ter cuidado.
As palavras aceitam qualquer colocação, podem ser postas em qualquer posição, falseando a intenção. É por isso que falar exige qualidade já que as palavras aceitam ser qualquer bobagem e isso quando não são sacanagem.
Aprender que a verdade não pode ser relativa é uma questão de sobrevivência e quando entende-se isso, as palavras atingem seu destino por excelência.
Quando se conhece o valor da verdade e não se age com ela, ela atua como um veneno, fica tudo falso e superficial e em doses homeopáticas o encanto de se viver vai morrendo. É uma morte inconsciente, só se percebe quando tudo já perdeu a cor. Como tudo está em branco e preto já não se consegue mais distinguir um lago de um charco e mesmo quem sabe nadar pode se afogar ou com as lágrimas se engasgar.
Aos poucos a gente vai sendo cada vez mais tolerante, começamos a ficar insensíveis às demonstrações de falta de caráter alheias e tudo se torna normal para não dizer banal.
Com algumas coisas não se pode abrir concessão, a sua honra não está em consignação.
Nós nos acostumamos com as nossas próprias misérias assim como nossos olhos se habituam à escuridão.
Mas quando a luz vem, os olhos doem como forma de lembrar o poder que ela tem.
Com a verdade também é assim. Ela aparece para iluminar as situações e a gente começa a ver que nem tudo são flores ou se são, passamos a ver seus espinhos. Aí nos lembramos dos nossos antigos valores...
Com o perdão da palavra:
Pra puta que pariu quem mentiu, quem não tem coragem de dizer a verdade. Pra quem se enrosca em tanta falsidade e há muito tempo não sabe o que é sentir algo de verdade!
!Cuide do sentido e os sons das palavras cuidarão de si mesmos."_diz a Duquesa à Alice !
Quando uma aposta naufragou...
... e não é que lá pelos 3.000 metros me aparece $10 nadando livremente pela piscina do Minas!
Para bom entendedor, 10 reais do destino tem seu valor!
E agora, quem vai questionar quem ganhou?
Para bom entendedor, 10 reais do destino tem seu valor!
E agora, quem vai questionar quem ganhou?
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Criando a si mesmo
Hoje com mais firmeza eu traço um novo roteiro.
Com uma visão mais clara de mim mesma eu tomo novas decisões e com muita coragem eu me lanço à procura do que me pertence.
Novos resultados dependem de novas atitudes, de posturas diferentes.
Estou deixando muita coisa para trás e trazendo para mim toda responsabilidade por quem sou.
Coragem, disciplina e persistência são as palavras de ordem pois não é fácil enfrentar a si mesmo.
Depois de um longo período de desconstrução, chegou a hora de materializar minhas coordenadas.
É hora de fazer a energia circular mais forte e de saber canaliza-la para os meus propósitos.
Reforço as minhas ligações com meus Aliados Guardiões e busco em meus Mestres os ensinamentos necessários à quem se destina ao desconhecido.
De todas as minhas incertezas eu só tenho uma certeza: eu não nasci para ter uma vida medíocre e nem ser um Ser Humano raso.
Por todos os lados e de várias formas possíveis eu vejo pessoas desperdiçarem suas vidas, se afundarem em charcos e perderem seu valor diante do que realmente é essencial.
Eu não vou seguir essa marcha, algo em mim ainda vale a pena.
Algo em mim ainda acredita, ainda vibra.
Eu ainda prezo as virtudes por mais relativa que seja minha visão sobre os vícios. E faço questão de conservar meu mal estar diante das misérias do caráter humano, mesmo que seja do meu.
E é essa insatisfação com o que se apresenta a minha volta que me faz, nesse momento, querer fazer acontecer inves de deixar que aconteça.
A vida pede passagem...
Façam suas apostas, mas que sejam mais altas que as estrelas!
!Agora sempre é a hora e o tempo sempre me prova!
Com uma visão mais clara de mim mesma eu tomo novas decisões e com muita coragem eu me lanço à procura do que me pertence.
Novos resultados dependem de novas atitudes, de posturas diferentes.
Estou deixando muita coisa para trás e trazendo para mim toda responsabilidade por quem sou.
Coragem, disciplina e persistência são as palavras de ordem pois não é fácil enfrentar a si mesmo.
Depois de um longo período de desconstrução, chegou a hora de materializar minhas coordenadas.
É hora de fazer a energia circular mais forte e de saber canaliza-la para os meus propósitos.
Reforço as minhas ligações com meus Aliados Guardiões e busco em meus Mestres os ensinamentos necessários à quem se destina ao desconhecido.
De todas as minhas incertezas eu só tenho uma certeza: eu não nasci para ter uma vida medíocre e nem ser um Ser Humano raso.
Por todos os lados e de várias formas possíveis eu vejo pessoas desperdiçarem suas vidas, se afundarem em charcos e perderem seu valor diante do que realmente é essencial.
Eu não vou seguir essa marcha, algo em mim ainda vale a pena.
Algo em mim ainda acredita, ainda vibra.
Eu ainda prezo as virtudes por mais relativa que seja minha visão sobre os vícios. E faço questão de conservar meu mal estar diante das misérias do caráter humano, mesmo que seja do meu.
E é essa insatisfação com o que se apresenta a minha volta que me faz, nesse momento, querer fazer acontecer inves de deixar que aconteça.
A vida pede passagem...
Façam suas apostas, mas que sejam mais altas que as estrelas!
!Agora sempre é a hora e o tempo sempre me prova!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
Só pra constar:
"Eis que vejo Carolzinha, mas quem não a vê?!
Sorriso lindo e encantador... tímido? As vezes.
E não mais vejo Carolzinha. Mas ela está ali, bem perto!!
E então ... vejo de novo, mas em seguida já não vejo mais.
Sim... por um bom tempo ficou esse “vem e vai”.
Até ela vir, ir, vir e ficar!!
Ela é do tipo que até hoje ganha bilhetinhos de “vc brilhou” nas provas.
Mas nunca vai saber o que vem depois de domingo ... e isso sim é sabedoria!
Essencialmente inteligente, gentil, sincera ... Obrigada!
Será que ela é especial???
EU ACHO... só podia ter aparecido, ido, voltado etc.. e ficado antes!
Adoro mto! "
By: Paula Bemfeito.
Sorriso lindo e encantador... tímido? As vezes.
E não mais vejo Carolzinha. Mas ela está ali, bem perto!!
E então ... vejo de novo, mas em seguida já não vejo mais.
Sim... por um bom tempo ficou esse “vem e vai”.
Até ela vir, ir, vir e ficar!!
Ela é do tipo que até hoje ganha bilhetinhos de “vc brilhou” nas provas.
Mas nunca vai saber o que vem depois de domingo ... e isso sim é sabedoria!
Essencialmente inteligente, gentil, sincera ... Obrigada!
Será que ela é especial???
EU ACHO... só podia ter aparecido, ido, voltado etc.. e ficado antes!
Adoro mto! "
By: Paula Bemfeito.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
domingo, 23 de dezembro de 2007
A arte de terminar antes de começar.
É isso:
Todo exagero se torna mentira.
Eu sinto, mas sinto muito mais por mim.
Mais uma vez eu não soube a hora de parar.
Que mania de querer fazer durar quando na verdade eu sou fugaz.
Difícil alguém que faça algo perdurar.
É o preço do convívio, você vê coisas que era melhor ignorar.
Verdade: Minha ansiedade falsifica as coisas
... o que não exclui o fato de que existem pessoas que simplesmente não valem a pena.
Todo exagero se torna mentira.
Eu sinto, mas sinto muito mais por mim.
Mais uma vez eu não soube a hora de parar.
Que mania de querer fazer durar quando na verdade eu sou fugaz.
Difícil alguém que faça algo perdurar.
É o preço do convívio, você vê coisas que era melhor ignorar.
Verdade: Minha ansiedade falsifica as coisas
... o que não exclui o fato de que existem pessoas que simplesmente não valem a pena.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Me ocorreu hoje:
E se a gente vivesse assim por um tempo:
!HOJE SÓ AMANHÃ!
(?)
Acho que eu iria gostar...vou fazer isso nas férias!
!HOJE SÓ AMANHÃ!
(?)
Acho que eu iria gostar...vou fazer isso nas férias!
Por um novo tempo que sempre vem...
Pra tudo ser em cores
quando eu me soltar
Tudo sem pensar em voltar
e nem em permanecer como está.
"Pelo novo, de novo...de novo."
Nem medo, nem coragem
Movida à intensidade
Apaixonada pelo ar
e por tudo aquilo que me faz suspirar.
Pra tudo ser em sabores
Quando eu me jogar
Tudo para o céu ser mais azul
e o vento não parar de cantar
Só para poder ver a cor das asas das borboletas mudar
Por aquilo que todos os dias me faz levantar...
Nem anseios, nem vontades
Pela minha liberdade
Tudo pra poder ir para qualquer lugar
Só para sentir o mundo girar
Tudo para ver a vida acontecer sem precisar se esforçar
Pra tudo ser em um olhar
Quando eu me atirar
Entre o salto e a queda
Para sentir o sangue circular
Tudo para o meu coração vibrar
Só para eu não esquecer que eu tenho uma vida para eternizar.
quando eu me soltar
Tudo sem pensar em voltar
e nem em permanecer como está.
"Pelo novo, de novo...de novo."
Nem medo, nem coragem
Movida à intensidade
Apaixonada pelo ar
e por tudo aquilo que me faz suspirar.
Pra tudo ser em sabores
Quando eu me jogar
Tudo para o céu ser mais azul
e o vento não parar de cantar
Só para poder ver a cor das asas das borboletas mudar
Por aquilo que todos os dias me faz levantar...
Nem anseios, nem vontades
Pela minha liberdade
Tudo pra poder ir para qualquer lugar
Só para sentir o mundo girar
Tudo para ver a vida acontecer sem precisar se esforçar
Pra tudo ser em um olhar
Quando eu me atirar
Entre o salto e a queda
Para sentir o sangue circular
Tudo para o meu coração vibrar
Só para eu não esquecer que eu tenho uma vida para eternizar.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
!*!
...como um céu estrelado, é assim que sinto, no que se assemelhe as bolhas de sabão e as borboletas. É assim que estou!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Quando a chuva passar, quando o tempo abrir...
Num dia assim, de chuva, a vida se mostra frágil.
Guardo a imagem de um homem aguado, comendo sentado no chão molhado.
A água desce pelas ruas, mexe no lixo da cidade, levanta sujeIRAS e dessas faz lama.
O sentimento ruim das ruas escuras entra em nossas casas agarrado nas solas dos sapatos molhados.
É uma época que cheira mofado, todo mundo meio guardado.
Nos últimos dias de sol, agressividades e grosseirias se evaporavam com o suor dos corpos molhados.
Tudo se resumia a piscinas e rimas, talvez algumas meninas.
O sol mudou o estado de quem se esqueceu que tinha um coração alado.
Até o perigo arrancava sorrisos desmemoriados.
O ciclo da água não falha.
Os sentimentos que evaporaram condensaram e agora escorrem como gotas de chuva nas janelas de quartos abafados que, por mais que sejam amplos, continuam apertados.
A chuva tem um gosto amargo e eu que sou solar de tão estrelar sinto a mudança do tempo se aproximar a medida que essa estação está a passar.
São os estados. Os estados da água. Os estados de quem estava.
A água corre pelas ruas, em cada esquina acumula palavras caídas, algumas mal resolvidas, que por serem pesadas não seguem as mesmas vias daquelas que são esguias.
Palavras sem canção, dessas que não musicalizam o coração.
A correnteza empurra cada uma delas e antes que caiam nos bueiros soltam o som do seu refrão e de alguma forma atingem o coração.
São as estações. E eu não me acostumo com os palavrões desses tantos refrões.
Quando o som da chuva cessar e a cidade parar de gritar, as nuvens vão se dissipar e eu voltarei a ver a estrela do dia brilhar, assim meus ouvidos vão poder descansar para que tudo volte ao estado de um novo (en) cantar.
Guardo a imagem de um homem aguado, comendo sentado no chão molhado.
A água desce pelas ruas, mexe no lixo da cidade, levanta sujeIRAS e dessas faz lama.
O sentimento ruim das ruas escuras entra em nossas casas agarrado nas solas dos sapatos molhados.
É uma época que cheira mofado, todo mundo meio guardado.
Nos últimos dias de sol, agressividades e grosseirias se evaporavam com o suor dos corpos molhados.
Tudo se resumia a piscinas e rimas, talvez algumas meninas.
O sol mudou o estado de quem se esqueceu que tinha um coração alado.
Até o perigo arrancava sorrisos desmemoriados.
O ciclo da água não falha.
Os sentimentos que evaporaram condensaram e agora escorrem como gotas de chuva nas janelas de quartos abafados que, por mais que sejam amplos, continuam apertados.
A chuva tem um gosto amargo e eu que sou solar de tão estrelar sinto a mudança do tempo se aproximar a medida que essa estação está a passar.
São os estados. Os estados da água. Os estados de quem estava.
A água corre pelas ruas, em cada esquina acumula palavras caídas, algumas mal resolvidas, que por serem pesadas não seguem as mesmas vias daquelas que são esguias.
Palavras sem canção, dessas que não musicalizam o coração.
A correnteza empurra cada uma delas e antes que caiam nos bueiros soltam o som do seu refrão e de alguma forma atingem o coração.
São as estações. E eu não me acostumo com os palavrões desses tantos refrões.
Quando o som da chuva cessar e a cidade parar de gritar, as nuvens vão se dissipar e eu voltarei a ver a estrela do dia brilhar, assim meus ouvidos vão poder descansar para que tudo volte ao estado de um novo (en) cantar.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Desiderata
"Siga placidamente por entre o ruído e a pressa e lembre-se da paz que há no silêncio.
Tanto quanto possível, sem sacrificar seus princípios, conviva bem com todas as pessoas.
Diga sua verdade serena e claramente e ouça os outros, mesmo os estúpidos e ignorantes, pois eles também têm sua história.
Evite as pessoas vulgares e agressivas, elas atentam contra o espírito.
Se você se comparar com os outros, pode se tornar vaidoso ou amargo, porque sempre existirão pessoas piores ou melhores que você.
Usufrua suas conquistas, assim como seus planos.
Mantenha o interesse pela sua profissão, por mais humilde que seja. Ela é um bem verdadeiro na sorte inconstante dos tempos.
Tenha cautela em seus negócios, pois o mundo está cheio de traições.
Mas não deixe isso cegar você para a virtude que existe.
Muitos lutam por ideais nobres e por toda a parte a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo.
Sobretudo, não finja afeições.
Não seja cínico sobre o amor, porque, apesar de toda aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.
Aceite com brandura a lição dos anos, abrindo mão de bom grado das coisas da juventude.
Alimente a força do espírito para ter proteção em um súbito infortúito.
Mas não se torture com fantasias.
Muitos medos nascem da solidão e do cansaço.
Adote uma disciplina sadia, mas não seja exigente demais.
Seja gentil com você mesmo.
Você é filho do universo, assim como as árvores e as estrelas: você tem o direito de estar aqui.
E mesmo que não lhe pareça claro, o universo, com certeza, está evoluindo como deveria.
Portanto, esteja em paz com Deus, não importa como você O conceba.
E, quaisquer que sejam suas lutas e aspirações no ruidoso tumulto da vida, mantenha a paz em sua alma.
Apesar de todas as falsidades, maldades e sonhos desfeitos, este ainda é um belo mundo.
Alegre-se.
Lute pela sua felicidade."
Tanto quanto possível, sem sacrificar seus princípios, conviva bem com todas as pessoas.
Diga sua verdade serena e claramente e ouça os outros, mesmo os estúpidos e ignorantes, pois eles também têm sua história.
Evite as pessoas vulgares e agressivas, elas atentam contra o espírito.
Se você se comparar com os outros, pode se tornar vaidoso ou amargo, porque sempre existirão pessoas piores ou melhores que você.
Usufrua suas conquistas, assim como seus planos.
Mantenha o interesse pela sua profissão, por mais humilde que seja. Ela é um bem verdadeiro na sorte inconstante dos tempos.
Tenha cautela em seus negócios, pois o mundo está cheio de traições.
Mas não deixe isso cegar você para a virtude que existe.
Muitos lutam por ideais nobres e por toda a parte a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo.
Sobretudo, não finja afeições.
Não seja cínico sobre o amor, porque, apesar de toda aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.
Aceite com brandura a lição dos anos, abrindo mão de bom grado das coisas da juventude.
Alimente a força do espírito para ter proteção em um súbito infortúito.
Mas não se torture com fantasias.
Muitos medos nascem da solidão e do cansaço.
Adote uma disciplina sadia, mas não seja exigente demais.
Seja gentil com você mesmo.
Você é filho do universo, assim como as árvores e as estrelas: você tem o direito de estar aqui.
E mesmo que não lhe pareça claro, o universo, com certeza, está evoluindo como deveria.
Portanto, esteja em paz com Deus, não importa como você O conceba.
E, quaisquer que sejam suas lutas e aspirações no ruidoso tumulto da vida, mantenha a paz em sua alma.
Apesar de todas as falsidades, maldades e sonhos desfeitos, este ainda é um belo mundo.
Alegre-se.
Lute pela sua felicidade."
Cansei
Cansei de rimar
Não quero mais falar
Pretendo não pensar
Omitir foi tentar resguardar
Não há o que explicar
Falei só pra zerar
Estou satisfeita com o meu all star
Sempre dei qualidade ao meu andar
E não vai ser agora que vou parar
Quero achar o que me faz acordar
E por profissão escolhi o argumentar
Mas sei que o melhor é o calar
Cada um sabe a beleza do seu mal estar
Não existe esse negócio de desvirtuar
E tudo pode nada significar
Cansei. E essa é a melhor forma de me desencantar.
Não quero mais falar
Pretendo não pensar
Omitir foi tentar resguardar
Não há o que explicar
Falei só pra zerar
Estou satisfeita com o meu all star
Sempre dei qualidade ao meu andar
E não vai ser agora que vou parar
Quero achar o que me faz acordar
E por profissão escolhi o argumentar
Mas sei que o melhor é o calar
Cada um sabe a beleza do seu mal estar
Não existe esse negócio de desvirtuar
E tudo pode nada significar
Cansei. E essa é a melhor forma de me desencantar.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Baseado em fatos reais
Um roteiro mal dirigido
O som não condiz com a imagem
As palavras não correspondem às intenções das ações
Como cinema mudo, diz tudo.
Perfeito é o momento em que as palavras dizem menos que um olhar estrelado
Quando o corpo traça um dialogo inequívoco e sem ensaio cumpre o seu papel
Quando o ator se confunde com o personagem e a ficção ganha vida
Quando o letreiro sobe e antes que as luzes se acendam e a magia se acabe, você lê:
"Baseado em fatos reais"
Assim você aceita que o fim chegou mas porque sabe que há muito mais que o filme não retratou.
O som não condiz com a imagem
As palavras não correspondem às intenções das ações
Como cinema mudo, diz tudo.
Perfeito é o momento em que as palavras dizem menos que um olhar estrelado
Quando o corpo traça um dialogo inequívoco e sem ensaio cumpre o seu papel
Quando o ator se confunde com o personagem e a ficção ganha vida
Quando o letreiro sobe e antes que as luzes se acendam e a magia se acabe, você lê:
"Baseado em fatos reais"
Assim você aceita que o fim chegou mas porque sabe que há muito mais que o filme não retratou.
Ligações perigosas
Um copo furado e meio aguado
Um sorriso pela metade e uma dor de cabeça que insistia em dizer.
Dor que me deixava consciente e que evitava o efeito de um quarto...
Real era o perigo que a dor me mostrava
Perigo de tentar compor com notas inversas, com energias opostas
Verdadeiro é o silêncio que diz tudo, igual à um telefone mudo
E de tudo só resta o cheiro. O cheiro do momento.
Cheiro de metal do tipo que não suporta chuva
Cheiro de chave
Chave que se guarda no peito e que me abre portas
Portas que não me são úteis
Eu não tenho como sair
Eu sempre estive fora.
Um sorriso pela metade e uma dor de cabeça que insistia em dizer.
Dor que me deixava consciente e que evitava o efeito de um quarto...
Real era o perigo que a dor me mostrava
Perigo de tentar compor com notas inversas, com energias opostas
Verdadeiro é o silêncio que diz tudo, igual à um telefone mudo
E de tudo só resta o cheiro. O cheiro do momento.
Cheiro de metal do tipo que não suporta chuva
Cheiro de chave
Chave que se guarda no peito e que me abre portas
Portas que não me são úteis
Eu não tenho como sair
Eu sempre estive fora.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Abrir os olhos
"Sei
Mais do que eu quis
Mais do que sou
E sei do que sei
Só não sei viver
Sem querer ser
Mais do que sou.
E o fato é o ato da procura
E a cura não existe só
E o que era certo
Eu descobri
Nem sempre era o melhor.
Abri os olhos,
Não consigo mais fechar
Assisto em silêncio
Até o que eu não quero enxergar.
Não sei afastar
A dor de saber
Que o saber não há
Só não sei dizer
Se esse meu ver
Se pode explicar.
Enquanto eu penso
Tanto entendo
Que é mais fácil
Não pensar.
O que era certo
Eu aprendi
A sempre questionar."
Mais do que eu quis
Mais do que sou
E sei do que sei
Só não sei viver
Sem querer ser
Mais do que sou.
E o fato é o ato da procura
E a cura não existe só
E o que era certo
Eu descobri
Nem sempre era o melhor.
Abri os olhos,
Não consigo mais fechar
Assisto em silêncio
Até o que eu não quero enxergar.
Não sei afastar
A dor de saber
Que o saber não há
Só não sei dizer
Se esse meu ver
Se pode explicar.
Enquanto eu penso
Tanto entendo
Que é mais fácil
Não pensar.
O que era certo
Eu aprendi
A sempre questionar."
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
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